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BRINCADEIRAS DE RUA – Professor Paçoca
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BRINCADEIRAS DE RUA

Beijo, abraço ou aperto de mão!!!!???
Batata quente, quente, quente,q..u..e..n..t..e, q…..u…..e…..n…..t…..e!!!!
Pirulito que bate-bate, pirulito que já bateu…

No incrível mundo infantil, os Jogos Tradicionais ultrapassam o tempo e são tradicionalmente vivenciadas nas ruas.
Os jogos tradicionais são atividades ligadas ao folclore, pertencendo assim, ao campo da cultura popular, e apresentam as seguintes características:

A transmissão é feita de forma oral de geração a geração;
Possuem o caráter de anonimato na sua origem e/ou construção; e
Apresentam a presença de múltiplas culturas.
Os jogos e brincadeiras tradicionais apresentam dificuldade em rastrear o seu percurso e possíveis origens, pois muitas vezes, provém dos tempos passados, de fragmentos de contos e práticas culturais. O avô brincou, o pai aprendeu e ensinou ao filho. Nessa transmissão, algumas coisas são modificadas, tais como o nome e suas possíveis regras, precisando ser compreendida, resgatada e ressignificada aos dias atuais.
Os Jogos Tradicionais no Brasil têm influências de três principais culturas: a africana, a indígena e a portuguesa.
As crianças, ao praticarem os jogos tradicionais, desenvolvem-se de forma corporal, cognitiva e social. Tais desenvolvimentos são:
A criança interage e conecta-se com o mundo, irradiando sua complexidade.
A criança torna-se subversiva, guerreira, criativa, resistente, portadora do prazer e da subjetividade, rica em valores humanos.
A criança se organiza, a partir da desordem, discutindo e estabelecendo critérios e regulamentos.
A criança transforma sua ação lúdica numa celebração espaço-temporal de cidadania.
A criança mostra que o seu corpo produtivo, idealizado pela escola e pela sociedade, é essencialmente brincante.

É fundamental que os pais explorem os Jogos Tradicionais com seus filhos. É muito legal quando os pais brincam com seus filhos, as brincadeiras do passado e do seu tempo. O Brincar em Família é SENSACIONAL! 

REPERTÓRIO DE ATIVIDADES

TRÊS/ CINCO MARIAS
O jogo apresenta origem no secular jogo dos ossinhos, popular na Grécia e em Roma.
As crianças utilizam nesta brincadeira, cinco saquinhos recheados de areia. Após decidirem a ordem do sorteio entre os jogadores, dá-se o início.
O primeiro participante lança os saquinhos para o alto, deixando-os no local onde caírem. Em seguida, escolhe um saquinho e lança para cima. Enquanto esse saquinho estiver no ar, a criança tem de juntar todos os demais que estão no chão. Se conseguir realizar tal tarefa, marcará um ponto e continuará jogando; se não o conseguir, dará a vez para o próximo participante.

Pega-varetas
O jogo de varetas ou pega-varetas tem sua possível origem no jogo indiano chamado Jonchet sendo descrito nos livros de Buda no século V a.C. Ou talvez no jogo Mikato, jogo chinês no qual as varetas seriam feitas de marfim.
Independentemente das origens, as regras são semelhantes. O jogador deverá tentar retirar as varetas, uma a uma, sem mover as demais. Caso as mova, deverá ceder a vez ao adversário. Vence aquele que conseguir o maior número de varetas, ou caso tenha valores atribuídos em função de sua cor. Percebe-se a origem oriental do jogo quando é preciso ao jogador muita paciência, calma e tranquilidade, características de outras atividades orientais.

Barra-manteiga
É um jogo caracterizado pela perseguição simples, interessando apenas a ação de pegar e fugir, ocorrendo a inversão da função. São traçadas duas linhas no chão, com uma distância aproximada de 10 a 15 metros, ficando sobre elas as equipes.
Todos os jogadores deverão estar com os braços estendidos, com a palma da mão voltada para cima. Um jogador de uma equipe vai em direção à fileira oposta e bate na mão de um dos seus integrantes, recitando:

“Barra-manteiga
Na fuça da nega
Minha mãe
Mandou bater
Nesse daqui,
1, 2, 3.”

Bate então na mão de uma das crianças, em sinal de desafio, fugindo para o seu grupo, enquanto o desafiado corre atrás do adversário. Conseguindo pegá-lo, o oponente será incorporado à equipe contrária, ou seja, a que pegou e o jogo continua. Em caso negativo, o desafiado torna-se desafiante, e assim sucessivamente.
Será considerada vencedora a equipe que obtiver o maior número de pessoas na sua equipe. Neste jogo, a velocidade é a habilidade mais desenvolvida na criança. É perceptível a elaboração de estratégias de captura e fuga pelos participantes em sua prática.

REFERÊNCIA
SILVA, T.A.C.; GONÇALVES, K.G.F. Manual de Lazer e Recreação. Phorte Editora: São Paulo, 2010.

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